• 5 de agosto de 2022
  • 19 minutos

Começar a investir: guia completo para aumentar a sua estabilidade financeira e o seu patrimônio

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Se você pensa no seu futuro e tem sonhos de curto, médio ou longo prazo, investir em produtos financeiros é uma das melhores formas de torná-los reais.

Apesar disso, para muitas pessoas, adentrar ao universo dos investimentos pode parecer algo extremamente impossível. No entanto, não é. Basta conhecer mais sobre o tema.

É importante entender, por exemplo, que há diversas alternativas de investimento, seja na renda fixa como na renda variável. Esse é um ponto importante, pois as pessoas tendem a não conhecer outras opções.

É por isso que 88% dos brasileiros optam pela poupança, segundo o Raio X do Investidor Brasileiro, feito pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No entanto, há diversas alternativas mais interessantes.

E se você não conhece nenhuma delas, está mais do que na hora de aprender os conceitos básicos sobre esse universo do investidor.

Pensando nisso, criamos um guia sobre como começar a investir, te mostrando os principais termos do mercado e como você pode dar início ao seu investimento. Para saber mais sobre, continue acompanhando nosso conteúdo e boa leitura!

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Qual a importância de investir? 

Antes de qualquer explicação, vamos falar sobre como é importante a prática de investir o nosso dinheiro.

É muito provável que, se você vive em sociedade, entende que o dinheiro funciona como um facilitador do nosso cotidiano e dos nossos sonhos.

Seja uma casa ou uma viagem, é ele quem permite que você realize seus planos de curta ou longa data. Investir é o que vai te oferecer mais segurança e prosperidade financeira.

Ao mesmo tempo, é tendo mais dinheiro que você pode aumentar sua qualidade de vida. Isso tem a ver, principalmente, com educação financeira. Ao saber lidar bem com as finanças, nós sabemos como gastar, como economizar e, claro, como investir.

Muitas vezes, o investimento vem justamente desse dinheiro que nós reservamos para “poupar” e usar em alguma ocasião especial.  Quando você não aproveita para investir, seu dinheiro perde valor porque é corroído pela inflação. 

O IPCA é um índice que mede a movimentação dos preços de uma cesta de produtos. Como consequência, ele também consegue medir a valorização ou desvalorização da moeda ao longo do tempo.  

Mensalmente, ele serve como medida de compreensão quanto a variação dos preços. 

De forma prática: o que você comprava com R$60 em 2012, você não consegue mais comprar hoje. 

É essa inflação que desvaloriza sua renda. Através dos investimentos, você vai emprestar o seu dinheiro e, em troca disso, vai receber um juro acrescido também da inflação medida no período, o que não aconteceria se você deixasse sua renda extra parada..

Dessa forma, investimentos se tornam fundamentais também para se proteger do efeito de diminuição de poder de compra. 

É preciso um valor alto para investir? 

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Uma das grandes objeções quando estamos falando sobre como começar a investir do zero é se pensar que não se tem dinheiro para isso. É provável que você já tenha pensado: “eu queria muito investir, mas não tenho renda para isso”.

A verdade é que não é preciso de um valor exorbitante em conta para começar. Há um mito de que apenas pessoas ricas podem fazer aplicações.. Isso acontece, muitas vezes,  por falta de conhecimento sobre como investir com pouco dinheiro.

O mercado financeiro apresenta  várias alternativas acessíveis para quem tem pouco capital. Para começar a investir, é preciso, na verdade, criar o hábito de poupar o dinheiro e usá-lo para esse fim. 

É possível começar com pouco. Você pode, por exemplo, comprar um título do tesouro direto com apenas R$30 ou investir R$100 em produtos financeiros como CBD, ambos os quais iremos falar mais a frente.

Investir mesmo tendo muitas dívidas: vale a pena? 

Outra dúvida comum que se pode ter quando o assunto é investir dinheiro, pode ser em relação a fazer investimentos quantos se tem muitas dívidas. 

No geral, especialistas do mercado financeiro afirmam que quitar as dívidas antes de fazer investimentos é mais adequado. 

Todavia, há casos em que, embora existam dívidas, ainda é possível assim se planejar para investir. Tudo vai depender de qual é o contexto e o valor da dívida, bem com quais são seus objetivos com o investimento.

Um caso em que isso é possível é quando as taxas de juros da dívida são menores do que o rendimento dos investimentos. Isso funciona desde que os prazos e os valores de ambos sejam equivalentes.

Um segundo exemplo viável é no qual a dívida está parcelada, e com isso, você consegue aliviar o orçamento mensal. Dessa forma, é possível economizar mais a médio e longo prazo e, como consequência, fica mais viável  fazer aplicações em produtos financeiros.

Um exemplo prático do que estamos falando é o caso de uma dívida originada de um financiamento imobiliário, a qual oferece uma taxa que seja menor do que a do investimento. Nesse cenário, investir não significa um problema.

Conceitos básicos sobre investimentos 

Sabendo a importância de investir e entendendo, principalmente, que não é preciso rios de dinheiros para poder aplicá-lo, chegou a hora de se falar sobre os principais conceitos básicos para quem quer saber como começar a ser um investidor.

A seguir, vamos falar sobre risco, liquidez, retorno e diversificação para que você possa entender melhor como isso está relacionado ao tema e, principalmente, ao investir.

Ao entendê-los, você poderá movimentar seu dinheiro com mais segurança.

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Risco 

O primeiro conceito que vale ser explicado é em relação ao risco. Todo investimento está sujeito a algum tipo de risco. Assim como o próprio entendimento de risco, aqui o risco é um perigo que você corre ao investir.

Se o produto financeiro que você vai investir apresenta alguma chance de sair diferente do esperado ou em desacordo do seu interesse, isso significa que há um risco envolvido. Em suma, é a chance que algo tenha impacto negativo sobre os resultados das aplicações.

Retorno 

O retorno é outro conceito importante na hora de investir. Ele nada mais é do que o quanto você vai ganhar com uma aplicação ao investir nela. O termo rentabilidade é a forma de expressar o retorno em percentual. 

De forma bastante intuitiva, se a rentabilidade do produto que você está investindo é de 6% ao ano, significa  que você vai receber um retorno equivalente a 6% do valor que você aplicou, após um ano.

O retorno também tem uma forte relação, inclusive, com o risco. Quanto maior for o risco de um investimento, maior também é o retorno esperado. Já quanto menor o risco de um investimento, menor o retorno esperado.

Liquidez 

Um termo que pode parecer mais estranho para quem está começando é o de liquidez. Ela significa o nível de facilidade - ou então, de dificuldade -, em conseguir de resgatar ou de transferir um investimento feito

Isso significa dizer que quanto menor for a liquidez de um produto, mais demorado vai ser o processo de receber o retorno. Investimentos de alta liquidez, por outro lado, são aquelas que conseguimos resgatar facilmente.

Diversificação 

Um último conceito primordial quando estamos falando de investimentos é o de diversificação. Ele corresponde, basicamente, à prática de dividir os recursos investidos entre diferentes produtos no mercado financeiro.

A diversificação é entendida também como uma forma de reduzir riscos ao investidor. Isso porque quando se investe em diferentes aplicações, por serem distintas, elas também costumam oscilar de forma distinta. 

Ou seja, enquanto se perde com uma, se ganha com outra. Um exemplo disso é o câmbio. Quanto mais valorizado o dólar estiver, melhor será para os exportadores, o que pode fazer com que a ação dessas empresas cresçam. 

Contudo, as empresas que dependem de insumos importados sofrem de forma contrária com o mesmo cenário. Por isso, ao dividir o investimento entre os dois tipos de negócios, o investidor estaria mais protegido dos riscos envolvidos.

Perfil de Investidor, você sabe o seu? 

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Além de entender os termos mais simples desse mundo, se você quer saber como começar a entender sobre investimentos, é importante saber onde você se encaixa nele. 

Existem diferentes tipos de pessoas, com formas distintas de aplicar. Para isso, há uma classificação para o perfil de investidor, sendo ela:

  • Conservador;
  • Moderado;
  • Arrojado.

O perfil de cada investidor se relaciona com a maneira em que cada pessoa lida com os investimentos, seja em relação à segurança, à liquidez ou à rentabilidade.

Apesar de bastante intuitivo, vamos falar um pouco mais sobre cada um dos perfis de investidor nos próximos tópicos.

Perfil conservador

Pessoas conservadoras, como você deve saber, são aquelas que não estão abertas a mudanças e, muitas vezes, gostam das coisas como estão, pois estão dando certo. Da mesma forma, isso acontece nos investimentos.

Os investidores conservadores buscam por muita segurança e, para conseguir isso, buscam produtos com um menor risco. Eles têm aversão a perdas e preferem receber ganhos reais com o menor risco possível ainda que, para isso, precisem reduzir a rentabilidade.

De forma geral, as pessoas dentro desse perfil costumam estar começando a entrar nesse universo financeiro. Por isso, os melhores investimentos para leigos são os de renda fixa.

Perfil moderado

O perfil moderado é o meio termo entre o conservador e o arrojado. Apesar de valorizar a segurança ao investir, essas pessoas estão um pouco mais dispostas a correr riscos em busca de uma maior rentabilidade.

Na prática, um perfil moderado vai  investir em algo mais arriscado do que o perfil conservador. É comum que pessoas que se enquadram nesse cenário já conheçam mais sobre o mercado e querem aumentar o patrimônio.

Por absorver características dos dois universos,  é comum que a carteira desse investidor contenha tanto em renda fixa, por ser mais segura, como em renda variável, em aplicações de médio risco, como é o caso de fundos multimercados.

Perfil arrojado

O último tipo de perfil de investidor que existe é o arrojado, o qual também leva o nome de agressivo. Como é de se esperar, é esse o mais disposto a correr riscos em nome do investimento. 

Em alguns casos, esses investidores, por correrem maiores riscos, estão dispostos a perder parte de seu patrimônio em nome disso. Para que possam ser arrojados, é importante ter um nível muito mais elevado de conhecimento sobre o mercado financeiro.

Além disso, precisam ter economias ou fontes de renda para lidar com possíveis perdas. Essas pessoas têm a maior parte de suas aplicações em produtos de renda variável, como é o caso de ações e fundos de ações, por exemplo.

Tipos de investimentos 

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Conhecer bem os tipos de investimentos, ou seja, os produtos financeiros que existem, é essencial para quem está buscando saber como começar a investir. Aqui, iremos dividir a explicação entre a renda fixa e variável, pois envolvem aplicações com propósitos distintos.

Renda Fixa 

Os investimentos considerados renda fixa são aqueles em que a remuneração, por sua vez, é fixa. Ou seja, a taxa, por exemplo, é definida desde o momento da aplicação. Isso é o que oferece maior segurança a esse investimento.

Nesse tipo de aplicação, em que se compra um título, o investidor vai emprestar um dinheiro ao emissor, seja ele público ou privado. A partir disso, então, o investidor terá de volta valor aplicado mais juros. 

Além do risco baixo, muitas aplicações da renda fixa são protegidas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), para casos de falência do banco da instituição financeira. Já a rentabilidade da renda fixa varia de acordo com o investimento feito.

Como explicamos antes, por envolverem um risco menor, também tendem a oferecer um retorno menor ao investidor. E já que existem muitas opções, a seguir, vamos falar sobre os principais tipos de aplicações da renda fixa.

Poupança

Um dos investimentos de renda fixa mais populares e conhecidos no Brasil é a caderneta de poupança, uma aplicação de renda fixa híbrida que oferece retorno igual em qualquer instituição. Essa é uma opção de onde começar a investir com 100 reais, por exemplo.

O rendimento da poupança é sempre mensal, sendo atualizado sempre na data de abertura. Trata-se de uma opção simples de aplicar e sacar, sem imposto de renda. Apesar disso, a poupança tem uma rentabilidade muito baixa dentro das opções de renda fixa.

CDB

O CDB, sigla para Certificado de Depósito Bancário, é o tipo de título da renda fixa no qual o investidor vai emprestar dinheiro para os bancos financiarem suas atividades de crédito,  como conceder empréstimos a outras pessoas. 

Para isso, as instituições vão captar esse dinheiro e oferecer em troca uma remuneração por um certo período. O CDB pode ser tanto pré-fixado (com taxa de juros definida) como pós-fixado (com um indicador de referência). Ele não é isento de Imposto de Renda.

LCI e LCA

Outro tipo de empréstimo que existe em forma de título é a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Ambos funcionam como o CBD, ou seja, quem compra esses papéis “empresta” dinheiro para uma instituição financeira

A diferença é que um atua no setor imobiliário e o outro do agropecuário. Ambos os investimentos são isentos de Imposto de Renda, o que faz com que eles ofereçam retornos bem superiores à poupança, por exemplo. Contudo, tem uma liquidez menor.

Tesouro Direto

O tesouro direito nada mais é do que a aplicação em títulos públicos do governo. Essa aplicação faz parte do Programa do Tesouro Nacional e foi desenvolvido em parceria com a B3 (bolsa de valores) para vender títulos públicos federais para pessoas físicas.

Ele é considerado um dos investimentos de renda fixa com risco 0, pois a chance de o governo quebrar é quase impossível. Ao emitir um título, o tesouro define o valor de cada unidade, a remuneração a ser paga por ela e a data de vencimento.

Renda Variável 

O segundo tipo de investimento que existe é o de renda variável. Como diz o nome, o retorno varia a partir das condições do mercado. Diferente da renda fixa, essas aplicações não conseguem oferecer previsibilidade no momento do investimento

Por isso também, são aplicações com um grau de risco muito mais elevado que a renda fixa. Quem compra, ações, por exemplo, não tem garantia que ela irá se valorizar ao longo do tempo, o que pode resultar em perdas. 

A rentabilidade pode ser tanto menor que a da renda fixa como pode ser muito superior. Tudo isso torna a renda variável um tipo de investimento muito arriscado para quem está começando a investir.

Há vários tipos de aplicações possíveis a se fazer no mercado financeiro quando se fala de renda variável. Vamos falar sobre os principais.

Ações

A aplicação mais conhecida da renda variável, sem dúvidas, são as ações. Elas nada mais são do que uma parcela do capital de uma empresa, negociadas na bolsa de valores, chamada de B3. 

Dessa forma, o investidor que compra uma ação disponível no mercado se torna sócio da companhia. Com isso, ele compartilha os lucros que ela obtém, por meio de dividendos e  da valorização dos papéis. Da mesma forma, se ela tem prejuízo, ele também terá. 

Fundos imobiliários

Outra forma de investir na renda variável é por meio dos fundos imobiliários, chamados também de FIIs. Todo fundo imobiliário é um investimento que reúne várias pessoas para aplicar coletivamente no mercado imobiliário, seja na construção ou aquisição de imóveis.

Todos os ganhos se dividem entre os participantes de forma proporcional ao que foi aplicado. Apesar da distribuição regular de rendimentos mensais, os FIIs são aplicações de renda variável, pois suas cotas oscilam na bolsa, a partir das condições do mercado.

ETFs

Os ETFs (Exchange Traded Funds) são os famosos fundos de índice.  Portanto, são fundos que replicam a composição de índices financeiros, como é o caso do Ibovespa. Assim como as ações, as cotas são negociadas no pregão da bolsa, 

Eles são consideradas opções mais práticas, pois o ETF permite que o investidor consiga apostar em diversas ações de uma única vez,sem precisar comprar cada uma separadamente. 

Fundos de investimentos

Por fim, há também os fundos de investimento. Assim como os FIIs, esses fundos se formam pela união de vários investidores que se juntam para a realização de um investimento financeiro. O tipo mais comum é o fundo de ações.

Fundos de ações nada mais são do que carteiras responsáveis por aplicar dois terços, pelo menos, do patrimônio em ações negociadas em mercados organizados, como é o caso de bolsas de valores, ou até mesmo em outros ativos relacionados a esse setor..

Tempo dos investimentos

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Investir também está bastante relacionado com o tempo de resgate de uma aplicação. Há vários tipos: os de curto prazo, os de médio prazo e os de longo prazo. Vamos explicar como cada um se distingue.

Investimentos de curto prazo 

O tipo de curto prazo é aquele que deve durar até um ano. Como têm um resgate próximo, é importante garantir que esses investimentos têm uma liquidez alta e, ainda, diária.  

Quando se fala de reserva de emergência, por exemplo, isso é ainda mais importante, pois serve justamente para imprevistos, o que faz com que eles precisem estar disponíveis sempre.

Investimentos de médio prazo 

O tipo de médio prazo é o investimento que pode durar entre 1 a 5 anos. Isso significa que, como não há pressa no resgate, não há problema que o produto financeiro ofereça uma liquidez menor, pois, em contrapartida, terá uma maior rentabilidade.

A ideia aqui é que o dinheiro seja usado para investimentos que vão demorar um pouco mais para ser colocados em prática, por isso, ele vai ter um bom tempo até precisar recorrer a essa reserva.

Investimentos de longo prazo 

O tipo de longo prazo é aquele que vai durar mais de 5 anos, podendo ser até mais de 30 anos. É muito comum que a aposentadoria faça parte desse tipo de investimento, pois iremos desfrutar apenas quando chegarmos à terceira idade.

Esses investimentos devem envolver ativos mais longos e com maior volatilidade. 

Isso vai implicar também maior risco de mercado, ao mesmo tempo que oferece maior potencial de ganho.

Quanto investir? 

Não há um valor específico que você deve investir obrigatoriamente. Tudo depende de quão comprometido está o seu orçamento para a sua fase de vida. Quem está começando agora não precisa colocar metas absurdas, principalmente quando se tem pouco dinheiro. 

O importante aqui é começar. Por isso, a principal parte é garantir que parte da sua renda seja destinada para isso. Você pode aplicar mensalmente 2, 3 ou 5% do seu salário, caso sua verba seja muito baixa.

Passo a passo de como investir

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Depois desse apanhado geral que trouxemos sobre como começar a investir, vamos falar sobre os 5 passos básicos e relembrar o que é preciso para dar início a esse projeto.

  • livre-se das dívidas: começar a investir com pendências, muitas vezes, pode limitar o seu potencial e te impedir de acumular patrimônio;
  • estabeleça seu perfil e seus propósitos: ao entender qual é o seu perfil você vai conseguir fazer investimentos mais alinhados com seus planos;
  • garanta uma reserva: quem investe, antes de tudo, poupa. Para fazer maiores investimentos, é essencial que você tenha uma renda extra para imprevistos;
  • estude muito sobre investimentos: a melhor forma de fazer boas escolhas no mercado financeiro é conhecendo bem cada produto financeiro;
  • com base no seu perfil, diversifique: quanto mais diversificada for sua carteira de investimentos, mais facilmente você vai conseguir mitigar os riscos das aplicações. 

Conheça a cooperativa Ailos: a valorização de uma economia colaborativa com a essência de quem faz diferente!

Perguntas frequentes sobre como começar a investir 

Além das dicas de investimentos, trouxemos aqui algumas respostas para dúvidas frequentes sobre esse assunto. Veja!

Com que idade devo começar a investir? 

O ideal é que você comece a investir quando tiver uma renda própria. Se você tem mais de 16 anos e já faz um estágio, por exemplo, pode investir parte dessa renda em alguma aplicação segura.

Precisa de muito dinheiro para investir? 

Não! Há um mito de que se precisa ser rico para investir. Na verdade, existem diversas aplicações, principalmente na renda fixa, que nos permitem investir com valores baixos, como R$20, R$30 ou R$50..

Existe investimentos sem risco? 

O único investimento considerado livre de risco é o tesouro direto, que faz parte da renda fixa. O investidor compra um título público por um preço e recebe o valor acrescido de juros. Como o "vendedor'' é o governo, a chance de quebrar é quase nenhuma.

Qual o mínimo para começar a investir?

Não existe um valor mínimo para começar a investir. Você deve investir o valor que é viável. 

O importante é ter consciência que quanto maior for o investimento, maior será o rendimento atrelado à quantia.

Conclusão

Saber como começar a investir é o primeiro passo para o crescimento do seu patrimônio e a realização de projetos pessoais. 

Aplicar seu dinheiro no mercado financeiro é a melhor forma de garantir sucesso, segurança e, principalmente, valor de compra.

Aqui a gente te mostrou que, mais do que investir rios de dinheiros, o importante é dar o pontapé inicial. Para ter sucesso, é essencial conhecer seu perfil de investidor, traçar objetivos, entender bem sobre os produtos e, claro, diversificar as opções!

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